domingo, 13 de março de 2011

“Eles não entendem...” Será?

Caso 1: Sofia

Ela estava brincando de colocar o brinquedo em cima da cadeira e pegar de volta, mas eis que empurrou demais e não conseguiu alcançar, logo me olhou com cara de “e agora?”. Eu disse: “Filha, dá a volta na cadeira e pega”. Sem pestanejar, ela começou a contornar a cadeira, mas acabou empurrando-a um pouco e o brinquedo caiu entre a cadeira e a parede. Novamente ela me olhou com o olhinho questionador, e novamente eu orientei: “Filha, volta, abaixa e pega por baixo da cadeira”. Ela me olhou, olhou pra baixo da cadeira, me olhou de novo... eu disse: “volta pra trás e abaixa que você consegue pegar”, daí ela olhou pra baixo e, voltou para a lateral da cadeira e foi engatinhando por baixo da cadeira e pegou o brinquedo.

Alguém pode pensar que ela não precisava de nenhuma orientação pois descobriria sozinha um jeito de pegar o brinquedo. Ok! Provavelmente sim, mas então vejamos outra situação...

Caso 2: Amelie

Ambas brincavam com coisas aleatórias na sala, e num determinado momento, a Amelie vê a Sofia pegar o celular de brinquedo, ela me olha e solta um grunhido em tom de “quero também”. Eu olhei ao redor e vi que o celular de brinquedo dela estava atrás de um baldinho no canto da parede. Então eu disse: “Filha, o seu está atrás do baldinho ali atrás, perto da tevê”, indubitavelmente, ela se vira e olha na direção da televisão, vê os brinquedos ao lado no chão, vai até lá, levanta o tal baldinho e pega o seu celular de brinquedo.

E aí, o que dizer?

Jamais subestime a capacidade de compreensão de um bebê só porque ele não fala!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nada como uma frutinha...

Deixar as crianças comerem frutas sozinhas é uma das ações que mais contribuem para o desenvolvimento da criança, além de ser extremamente saudável. Definitivamente não é por isso que resolvi escrever sobre a relação das crianças com as frutas, e sim porque não existe cena mais engraçada no mundo do que uma criança comendo sozinha. Se você está triste, desanimado... olhe bem essas cenas:

Impossível não dar ao menos uma risada!

Mas atenção, fazer os bebês entenderem que não se come o caroço do pêssego é uma tarefa que requer muita habilidade! Minha última tentativa resultou em duas carinhas de choro, mãozinhas erguidas e um olhar expressivo: “me dá!!”


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

1° ano!

Enfim, o primeiro aniversário! Fazer ou não uma festa?

Esta é uma decisão tão exclusiva aos pais quanto o tipo de educação dar aos filhos. A festinha é muito mais do que uma “festinha”, é a celebração do 1° ano de vida extra-uterina de seu pimpolho, e vale tudo pra não passar em branco, até porque depois ao longo de um ano completamente atribulado, os pais merecem!!

Pode ser uma festinha íntima, familiar, só para amigos, uma mega festa com toda pompa, enfim... tudo dependerá do estilo e do conceito de celebração que os pais querem dar a este dia. O menos importante neste momento são as convenções sócias... “ah, tem que ser de palhaço pra dar sorte... ah, uma festa grande demais cansa a criança e ela não aproveita... ah, tem que ter mesa disso ou daquilo, blá blá blá...”.

Ora, de quem é a festa? Quem disse que criança não aproveita?

Nós não lembramos do nosso 1° aniversário, mas isso não quer dizer que não tenhamos aproveitado à nossa maneira. Os adultos, em sua imensa sabedoria, convencionaram que as crianças não aproveitam ou não se divertem. E como podem ter certeza disso se simplesmente não se lembram?

Se uma criança é capaz de se divertir com uma simples caixa de papelão, por que não se divertiria numa festa pra ela?

P.S. se me permitem uma dica, quando chegar a sua vez, elabore uma lista de sugestões e informações sobre os presentes. Isso não significa deixar uma lista em alguma loja, e sim, informar os tamanhos de sapato e roupas, livros, CDs e DVDs próprios para a idade, assim como os tipos de brinquedos adequados. Deselegante? Com certeza não! Deselegante é deixar seus convidados sem a menor idéia de como presentear seu(s) filho(s).


Aproveitem, o 1° ano só acontece uma vez, como quase tudo na vida!!! As minhas tenho certeza que aproveitaram... rsrs